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Redes Wireless - WEP, WPA, WPA2: Qual a Melhor Solução de Segurança?

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Mesmo o pessoal que desenvolveu o WEP - o protocolo de segurança para equipamentos Wi-Fi - admite que ele é um protocolo fraco e fácil de burlar. O WPA (Wi-Fi Protected Access), o protocolo da geração seguinte é uma solução melhor.
Mas é provável que ele não esteja disponível em seus equipamentos Wi-Fi mais antigos.

A LinkSys, por exemplo, inclui suporte à WPA em toda sua linha de dispositivos 802.11g, mas para bem poucos equipamentos de sua linha 802.11b.
O meu roteador era um dispositivo antigo e eu tive que comprar outro. Pois, nem com a atualização de drivers ele funcionou.

Para quem ainda não sabe, o WPA é um protocolo que fornece modos de autenticação individual, no qual os usuários digitam seu logins e senhas e são autenticados em um pequeno servidor no próprio dispositivo (ou por autenticação única). Essa senha é usada como uma chave para a camada de criptografia que age sobre seus dados trafegando em rede.

O relativamente novo WPA2, que implementa uma criptografia mais forte que o WPA já existe em alguns produtos atuais.
Seus melhoramentos entretanto, são bons para empresas, mas ainda desnecessários para usuários domésticos.

Uma pequena observação:
Tenha você uma Rede Wi-Fi com WEP, WPA ou WPA2, para uma melhor proteção use senha com pelo menos 20 caracteres. E misture sempre letras, números e símbolos.
Independente de qualquer protocolo, o seguro ainda é fazer o óbvio ;-)

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Você gostaria que sua cidade fosse sem fio?

Web Wi-Fi

Tanto as empresas de cabo quanto as telefônicas ganham muito com o crescimento das conexões de internet, mas com a internet sem fio não está claro que elas manterão a liderança no setor.

As teles têm os telefones celulares a as primeiras redes com capacidade 3G de dados. A maioria das empresas de PC e de internet gostam da idéia de redes sem fio por todos os lugares.
No exterior, existe um projeto piloto chamado “comunidades digitais” envolvendo 4 grandes cidades; Cleveland (Ohio), Corpus Christi (Texas), Filadélfia (Pensilvânia), Taipei (Taiwan), todas patrocinadas pela Intel, Cisco, Dell, Ibm e Sap.

Aqui no Brasil essa realidade está ainda um pouco distante. Não há nem idéia de quando se tornará víavel ou popular o WiMax.

A idéia de uma “cidade sem fio” ou “municipio sem fio” é boa, na minha opinião. Mas não é tão simples. Eu, por exemplo, gostaria de saber quem iria fornecer a conexão? Em algumas cidades nos EUA, os fornecedores locais estão ajudando, mas em outras elas estão brigando. Com cada uma querendo uma fatia do bolo.
E outra; Como seria a segurança de uma rede/cidade sem fio?
E também (como nada é de graça), quem iria pagar essa conta?
O custo seria pago pelos usuários, pelos contribuintes, anunciantes ou uma combinação de todos?

Particularmente para mim a idéia é um excelente negócio. Eu acho que uma cidade totalmente wireless poderia ter uma melhor cobertura do que os Hotspots, e que também poderia significar melhores taxas e serviços aos seus contribuintes. O que seria um grande avanço.

Porem, lá fora tudo é uma experiência. E que, embora ainda não tenha acontecido, vale muito a pena ficar de olho nisso ;-)

Afinal, quem não gostaria que ter uma cidade como São Paulo, Nitéroi, Belo Horizonte e até Recife com cobertura totalmente wireless?
Eu gostaria. Vocês não?

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